por vieirajr
Leio regularmente mensagens postadas no face e nos grupos de WhatsApp o que observo é a projeção da cultura do medo como amuleto para rebanhar fieis ao campo do cabresto institucionalizado com Deus, Pátria e Família {conceito fascista, Mussolini, do partido republicano fascista, Itália)}, o que me faz lembrar do velho e tradicional coronelismo brasileiro. A cultura do medo do medo se consolidou a partir de 2017 com a ascensão de um deputado do baixo clero da Câmara dos Deputados que se comportava como o imbroxável e defensor de ditadores, entre eles, o Ustra. O sistema usado pela extrema-direita brasileira, capitaneada pelo o então guru-mor, Osvaldo de Carvalho, foi, e ainda é, a propagação do medo como forma de coroar a hegemonia do feudo político-partidário, consequentemente, aglutinar e formar um exercito de defensores de Deus, pátria e família, com objetivo de consolidar a liderança do abominável no estrelado de uma organização criminosa, totalitarista e a formação de um Brasil autocrático, lógico com o apoio da classe do 1 por cento. As armas {referência ao meritocrático, travestido de senhor do trópicos}usadas, infelizmente tiveram êxitos, para conquistar corações e mentes: foram e são: medo religioso {Malafaia é um ótimo e atualíssimo exemplo}, medo do comunismo, medo do Brasil virar uma Venezuela, medo do socialismo, medo da China, Rússia e Cuba, medo do Paulo Freire, medo de políticas públicas voltadas às minorias, medo da Petrobras, medo das autarquias {algumas vendidas entre 2019-2022, outras entre 2023 a 25, Sabesp, por exemplo}, medo do ensino para todos, medo do pobre viajador de avião, medo da democracia, medo dos 3 poderes {em especial ao STF}, medo da Constituição, medo do 5×2, medo da carteira de trabalho assinada, medo da reforma agrária, medo de perder a casa própria, medo pix e medo do medo. Medos que contribuíram com a formação de uma parcela de brasileiros com amnesia cognitiva que atrofia a moral e a ética, principalmente no comportamento social, ou seja, no palavreado usual e homogêneo, agressividade no discurso e sem conotação de raciocínio lógico e histórico. A arma-mor que abastece a bolha, via zap, é, mesmo em decadência, o gabinete do ódio, que divulga frases padrão e repletas de mentiras, medos e de combate ao inimigo imaginável ou invisível. Em verdade, é transformar o Brasil em um Estado-Nação pária e entrega-lo ao império decadente, chamado terra do Tio Sam. Companheiros, a luta continua e é infindável. Ou melhor, é pra sempre!
codinome matuto-tupiniquim
