Aliados do presidente Lula estão divididos sobre como a campanha à reeleição deve reagir às novas revelações envolvendo seu filho, o Lulinha. Integrantes do grupo reconhecem que as investigações por suspeita de tráfico de influência se tornaram um ponto de vulnerabilidade eleitoral. Uma ala defende que Lula trate publicamente do caso e deixe claro que eventuais irregularidades envolvendo o filho devem ser investigadas e punidas. Outro grupo prefere evitar o assunto para não ampliar o desgaste e sustenta que a campanha só deve se manifestar quando questionada. (Globo)


